
Em algumas localidades do império existiam naquela época numerosos cães que viviam, sem serem molestados, na beira dos caminhos: construíam-se casinhas especiais para eles e os habitantes das aldeias vizinhas lhes levavam alimentos. Como já se disse a respeito do spaniel tibetano, que parecia ser antepassado do chin, a raça seria original da região do Shinra (na Coréia atual).
De pequena estatura, é a única raça japonesa amplamente difundida na Europa, onde já existia no século XVII, quando os navegantes portugueses presentearam uns filhotes à princesa Catarina de Bragança. A rainha Vitória, grande amante de cães, tinha dois spaniels japoneses.
Há muita semelhança entre este spaniel e o pequinês, mas o primeiro é mais alto e mais delicado. A pelagem do filhote é relativamente curta em comparação com a do cão adulto.
De pequeno porte, revestido de abundante pelagem, elegante e gracioso. O focinho é grande e achatado. A altura, na cernelha, é igual ao comprimento do tronco. É todo inteligência, doçura e beleza.
Cor branco e preto ou vermelho e preto. As marcações devem ser bem distribuídas nas duas metades da cabeça, nas orelhas, bem como no tronco. Um focinho branco e uma estria muito larga, na cabeça, são muito desejáveis. Indesejáveis marcações tigradas no tronco.